20 de abril de 2010

Sou

Sou inverno, sou chuva. Sou tímida, calada. Sou mais limonada do que Coca. Sou lazanha, café com pão de sal. Sou strogonoff com batata palha. Sou mais documentário do que reality show. Sou buraquinho no queixo, sorriso metálico. Sou mais nude, menos brilho. Sou menos rosa, menos vermelho. Sou mais azul marinho, mais lilás. Sou jeans, all star, sou conforto. Sou salto alto. Sou vestido: preto, floral, de manga, sem manga, longo, curto. Sou decência. Sou jazz, ballet, hip hop, sou dança. Sou blogueira. Sou Augusto Cury. Sou Rob Bell. Sou Heloísa Rosa, Leeland, Apocalipse 16, Brian Littrell, Brooke Fraser, Switchfoot, Jon Foreman, Joy Willians, PG. Não sou rock. Sou maçã descascada, mamão com pouco açúcar. Sou música extremamente alta, sou fone de ouvido com música lenta. Sou mais simplicidade. Sou acessórios discretos, sou anel, colar, brinco, pulseira; sou mais dourado que prata. Sou família, casa cheia. Sou músicas. Sou pipoca com filme de romance e muito choro. Sou esmalte azul, verde, amarelo, preto, vermelho; mas também sou branco, o básico ‘renda’. Sou roupa de frio, mãos geladas. Sou evangélica. Sou bíblia. Sou oração. Sou da IBANES. Ajudo. Participo. Invento. Sou conversa demorada, risada sem ter porquê. Sou séria, sou menos brincadeira. Sou cabelo liso, olhos castanhos. Sou clipe do Blur. Já fui gêmea. Sou irmã. Prima. Sobrinha. Neta. Filha. Amiga. Sou compromisso, sou paciência. Sou bife acebolado, sou mingau de maizena. Sou chá de hortelã com leite. Sou internet, sou blog, facebook, twitter, skoob, msn. Sou desenho. Sou mais presentes personalizados do que caros. Sou Série Deixados para trás. Sou cabelo preso com caneta. Sou desastrada. Sou ansiosa. Sou traduções, trechos de livros, pensamentos. Sou matemática, física. Sou imaginação, sou fé. Sou bolacha Passatempo, biscoito Marilan amanteigado de chocolate. Sou sorvete expresso, picolé de leite condensado, refresco de blue ice. Sou fotos feias, gravações antigas. Sou futuro, sou sonhos, projetos. Sou casa grande, terreiro. Sou saudade. Já fui ‘palavras ao vento’, hoje sou 'do meu jeito'. Sou mais moleca confortável, sapatilha. Sou lápis de olho preto, sombra clara, batom rosa claro, blush. Sou bolsa grande e colorida. Sou caderno, sou lápis, caneta, anotações. Sou abraço apertado no frio. Sou mensagem inesperada no celular. Sou mais humor inteligente do que apelativo. Sou mais bombom preto do que branco. Sou pastel de queijo. Sou sorvete de bolacha. Sou 7 de Março. Sou biblioteca. Sou livros e mais livros. Sou mais uma conversa num banco de praça do que uma balada onde não se ouve o que o outro está falando. Sou 1995. Sou 28 de Maio. Sou um pouco de tudo, sou eu mesma. Sou Patrícia Azevedo Cota de Almeida, prazer!

Aderi à sugestão da Mariane, do blog Compartilhando Leituras e resolvi fazer um texto sobre mim, para que vocês me conheçam um pouco mais.. Beijos, uma ótima tarde!

4 comentários:

Ana Lu disse...

Nossa, ficou mto bom Patríciaa!
Um dia eu ainda pretendo escrever um desses, mas não ando muito inspirada ultimamente
=/
Bjoss

defélix, disse...

Nossa, ficou muito bom Patríciiaaaaaaaaaaaaaa. Cada dia me convenço mais do seu potencial literário. Parabéns mesmo. Continue escrevendo. Nós precisamos disso.


Juliana Mendes disse...

acho legal vc se entitular..
mas...
cá p nós, essa coisa de eu sou...
acho meio fantoche, a gente nunca é...
a gente está...
vc nunca entrou numa comunidade no orkut que na epoca era sua caraaaaa.. e dps saiu?
metade das coisas que a gente acha que é muda com o tempo e absurdamente a outra metade é completamente relativa ...
Tudo na vida é situação!

penso eu que seja assim..!

Wilian Bincoleto Wenzel disse...

A Paz, Patrícia!
Tudo bem?

Concordo inteiramente com comentário acima, da Juliana Mendes, mas também sei que tem certas coisas em nós que raramente mudam, como por exemplo o Amor de Deus na sua vida, esse nunca mudará.

Vou orar com sinceridade para que Deus te permita estar* sempre nesses caminhos.

Obrigado pela visita e pelo seu último comentário! ( :

Fique com Deus, minha cara! ;*